First EAGE/SBGf Workshop on Least Squares Migration no Rio de Janeiro

 
Acontece nos dias 27 e 28 de novembro de 2018  o First EAGE/SBGf Workshop on Least Squares Migration,  no Gran Mercure Rio de Janeiro, em Copacabana, no Rio de Janeiro. 

Trata-se de um evento  da EAGE realizado em conjunto com a SBGf , e que  reunirá importantes representantes das empresas de óleo e gás, e serviços geofísicos. Sendo discutido novas tecnologias para melhoria do imageamento de dado sísmico, além de  abrir caminho para novos investimentos em técnicas de aquisição sísmica e computação de alto desempenho.




Participantes residentes no Brasil e sócios da SBGf poderão efetuar a inscrição no site:


Valores das taxas de inscrição – INCLUÍDO ALMOÇO E COFFEE BREAKS

Profissional associado SBGf/EAGE: R$ 2.080,00
Profissional não associado:  R$ 2.280,00
Estudante de graduação associado SBGf: 500,00
Estudante de graduação não associado: R$ 600,00
Apresentadores de trabalho = R$ 1.200,00



Informações adicionais no site da SBGf.






Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestre em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Oportunidade de Mestrado e Doutorado em Geofísica - Observatório Nacional

 
O Programa de Pós-Graduação em Geofísica do Observatório Nacional (PPGG-ON) torna públicos o regulamento e as datas do processo seletivo para ingresso nos cursos de Mestrado e de Doutorado em Geofísica no primeiro semestre letivo de 2019, de acordo com o edital que se encontra em anexo.


As inscrições estarão abertas no período de 05/10/2018 a 30/11/2018, sendo o processo de seleção será realizado pela Comissão de Pós-Graduação em Geofísica (CPGG). Poderão inscrever-se para o processo seletivo do Mestrado os graduados em curso de nível superior em Geofísica, Geologia, Física, Matemática ou áreas afins (Ciências Exatas e Engenharias), com titulação obtida no Brasil ou no exterior (não é requerida a revalidação oficial do diploma), ou alunos cursando o último semestre letivo desses cursos (devendo ser comprovada a finalização até a data da matrícula, caso aprovados para ingresso).

São elegíveis para ingressar no Doutorado os portadores do título de Mestre em Geofísica, Geologia, Física, Matemática ou áreas afins (Ciências Exatas e Engenharias) Física, Matemática ou áreas afins, com titulação obtida no Brasil ou no exterior (não é requerida a revalidação oficial do diploma). Em casos excepcionais, candidatos que não possuem o título de Mestre poderão inscrever-se no processo seletivo para o Doutorado Direto. O Doutorado Direto, contudo, é recomendado somente aos candidatos que possuem experiência profissional comprovada em Geofísica e artigos científicos publicados em periódicos indexados na área de Geociências. A inscrição no processo seletivo para o Doutorado Direto será submetida à avaliação da CPGG.

Para maiores informações, verificar o edital do processo seletivo (também disponível em http://www.on.br/index.php/pt-br/conteudo-do-menu-superior/34-acessibilidade/166-processo-seletivo.html), ou contatar a  comissão através do e-mail cpgg@on.br.






Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestre em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.


Edital da Petrobras: Projetos Socioambientais 2018

 
A Petróleo Brasileiro S.A.  abre processo de Seleção Pública de Projetos Sociais e Ambientais 2018, para compor a carteira de projetos do Programa Petrobras Socioambiental.

São diversas linhas de atuação abrangendo biodiversidade, florestas e clima, água, direitos da criança e do adolescente,  educação, e esporte.

Para esta seleção serão destinados até R$ 180 milhões, por um período de 24 meses. Podem ser inscritos projetos que solicitem recursos entre R$ 500 mil e R$ 6 milhões para execução em um período de 24 meses.

Serão aceitas inscrições de projetos de entidades privadas sem fins lucrativos que componham o terceiro setor, legalmente  constituídas e administradas segundo as leis brasileiras e organizadas em prol de interesses coletivos previstos no escopo das  linhas de atuação desta seleção.

As inscrições estarão abertas  até  23:59 de 04 de maio de 2018 e deverão ser realizadas exclusivamente pelo site  www.petrobras.com.br/socioambiental.

Acesso ao regulamento: http://sites.petrobras.com.br/socioambiental/files/pdf/REGULAMENTO-SELECAO-PUBLICA-2018.pdf

Concurso Petrobras 2018 - Geólogo e Geofísico

 
Foi divulgado nesta quinta-feira, 8, o edital do concurso Petrobras. A seleção é para vagas imediatas e formação de cadastro de reserva, sendo organizado pela Fundação Cesgranrio. As remunerações iniciais variam de R$3.745 a R$10.726.

Os candidatos aos cargos de nível superior têm 61 chances imediatas e 305 para ficar no banco de reserva. São diversos polos disponíveis, em âmbito nacional como também em diversos estados: Minas Gerais, Sergipe, Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Bahia.

Das oportunidades para nível superior, 48 são para ampla concorrência dez para negros e três para deficientes. Todas são para provimento imediato. Além disso, será formada um grande cadastro de reserva para convocação durante todo a validade do concurso. Dentre algumas das vagas seguem:

• Geólogo(a) Júnior - 4 vagas - Nacional;
• Geofísico(a) Júnior - Geologia - 1 vagas - Nacional;
• Geofísico(a) Júnior - Física - 2 vagas - Nacional;
• Engenheiro(a) Naval Júnior - 4 vagas - Nacional;
• Engenheiro(a) de Segurança Júnior - 3 vagas - Nacional;
• Engenheiro(a) de Processamento Júnior - 5 vagas - Nacional;
• Engenheiro(a) de Petróleo Júnior - 11 vagas - Nacional;
• Engenheiro(a) de Equipamentos Júnior - Eletrônica - 4 vagas - Nacional;

As provas objetivas serão realizadas no dia 8 de abril nas cidades de Aracaju - SE, Belém - PA, Belo Horizonte - MG, Brasília - DF, Campinas - SP, Campo Grande - MS, Curitiba - PR, Florianópolis - SC, Fortaleza - CE, Goiânia - GO, João Pessoa - PB, Macaé - RJ, Maceió  - AL, Manaus - AM, Mauá - SP, Natal - RN, Porto Alegre - RS, Recife - PE, Rio de Janeiro -  RJ, Salvador - BA, Santos - SP, São José dos Campos - SP, São Luís - MA, São Mateus - ES, São Mateus do Sul - PR, São Paulo - SP e Vitória - ES.

Inscrições:08/02 a 05/03/2018
Provas objetivas: 08/04/2018


Mais informações: Edital

Fonte: Folha Dirigida
Acesso: 08/02/18




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Bolsas de estudo: Chevening

 
Já estão abertas as inscrições do Chevening no Brasil. Trata-se de um programa de bolsas de estudo do governo do Reino Unido, e oferece a oportunidade de estudar no Reino Unido. Essas bolsas são concedidas a profissionais de destaque, e permite realizar mestrado de um ano em qualquer assunto, e em qualquer universidade parceira do programa. Aqueles que têm  vontade de estudar fora do Brasil, talvez essa seja a oportunidade, e tão importante: não há restrição de idade.

Há alguns critérios de seleção, dentre os quais, o diploma de graduação torna-se imprescindível.

Uma dica importante é: atenção ao edital. Embora você possa não atender alguns dos critérios de seleção no momento da aplicação, há grande chance que em uma data futura você atenda aos critérios. Geralmente esses processos de candidatura demoram um pouco até o resultado final e início das atividades, isso permite a você começar a se preparar desde já, e enviar depois alguns documentos que vierem a faltar agora.


Para este ano de 2017, as inscrições vão até o dia 7 DE NOVEMBRO.

Mais informações: Chevening in Brazil




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Opportunities: Geophysicist - Sinopec Argentina Exploration and Production

 
The Sinopec group is looking for a Geophysicist to be added to our Asset Development team. It is required:

  • Experience as development geophysicist in Golfo San Jorge Basin (fluvial environment and mature producing fields). Seismic interpreter (3D and 2D), Inversion, migration prestack in time and depth.
  • Structural and stratigraphic interpretation
  • Analyze, interpret and integrate geophysical data to establish and update geologic frameworks and models.
  • Strong teamwork skills Undertake geophysical studies of the reservoirs to evaluate proposed well locations and optimize field development plans
  • Attribute analysis to model rock properties, sedimentary facies and depositional architecture.
  • Seismic well tie, synthetics seismogram/VSP

Working schedule: Monday to Friday from 8.00 to 17.00 h.

More information: Linkedin




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Opportunities: Principal Reservoir Geophysicist - Rio de Janeiro

 
Statoil is an international energy company with operations in more than 30 countries. Building on 40 years of experience from oil and gas production on the Norwegian continental shelf, we are committed to accommodating the world's energy needs in a responsible manner, applying technology and creating innovative business solutions. We are headquartered in Norway with approx. 21,000 employees worldwide, and are listed on the New York and Oslo stock exchanges.

Job Description

Provide hands-on reservoir geophysics input to multi-disciplinary projects, including field development planning and concept evaluations.

Support appraisal well planning activities.

Perform seismic facies mapping and facilitate the interface between structural and sedimentological evaluations.

Able to perform quantitative analyses and uncertainty evaluations.

Support the planning and acquisition of new seismic survey.

Contribute to digitalization project.


Qualifications

More than 7 years with reservoir geophysics from field development.

Bachelor (BSc) or Master (MSc) degree.

Experience from operated production assets and/or exploration project a plus.

Experience in pre-salt interpretation a plus.

Candidates with shorter experience might be considered for the position given the qualifications.

Fluency in written and spoken technical English.

Proficient in Petrel and OpenWorks.


  •  210178
  •  Brazil
  •  Rio De Janeiro
  •  Statoil Brasil Oleo e Gas
  •  Luiza Dieguez de Moraes
  •  Onshore
  •  Petroleum Technology
  •  Not Indicated
  •  Not Indicated
  •  Aug 24 2017

More information:  STATOIL



















Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Curso de Geofísica Aplicada à Investigação de Ambientes Submersos Rasos

 
Acontece de 16 a 20 de outubro de 2017 o curso de Geofísica Aplicada à Investigação de Ambientes Submersos Rasos, tendo foco em projetos de obras civis e arqueologia subaquática, abordando os fundamentos dos principais métodos acústicos nesses tipos de projetos, além de exemplos de aplicações.               


Em uma carga horária de 30 horas, os participantes  terão a oportunidade de manusear dados de campo, processá-los e interpretá-los utilizando-se dos principais softwares comerciais disponíveis no mercado.

O curso será ministrado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT, nas dependências da Coordenadoria de Ensino Tecnológico do IPT. O IPT é um dos maiores institutos de pesquisas do Brasil e está vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

Mais informações podem ser vistas no site: IPT




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

V Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo

 
Acontece nos dias 30 e 31 de outubro de 2017 o V Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo, um evento técnico-científico de alta qualidade que indica tendências futuras nas áreas técnicas, legais e acadêmicas ligadas ao meio ambiente subterrâneo. Ainda há tempo de submissão de trabalhos até o dia 10/08/2017.

Durante os dois dias de evento, congregar-se-ão representantes de universidades, legisladores, reguladores, consultores e prestadores de serviço para uma rica troca de informações e experiências, reunindo os maiores experts do setor em palestras e mesas redondas voltadas às apresentações e troca de conhecimento.

Paralelamente será realizada a FENÁGUA – Feira Nacional de Águas, onde os visitantes terão a oportunidade de conhecer as novidades em produtos e serviços do setor de águas e meio ambiente subterrâneo.


Mais informações podem ser vistas no site do evento: V CIMAS






Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Nova hipótese sobre sequências de eventos que originaram a Lua

 
No dia 31/10/2016 foi publicado um trabalho na revista Nature  acerca de uma nova explicação de como a lua chegou onde está.  A revista Nature sempre gosta de fazer (ou tenta)  esses tipos de publicações "impactantes", embora eu tenha preferência por artigos de outras revistas menos alarmantes. 
A grande questão é que nesse artigo " Tidal evolution of the Moon from a high-obliquity, high-angular-momentum Earth" ( http://sci-hub.bz/10.1038/nature19846)  é apresentado um modelo de evolução começando com a lua em uma órbita equatorial de rápida rotação e grande obliquidade terrestre. De certa forma isso traz certas indagações naquele modelo atual conhecido como o " Impacto Gigante".

No modelo Impacto Gigante, basicamente  um corpo do tamanho de Marte impactou a Terra primitiva há cerca de 4,5 bilhões de anos, esse impacto ejetou para o espaço uma grande quantidade de massa tanto da Terra, quanto do corpo impactante, o impacto fez com que aumentasse a rotação da Terra (um dia de 5 horas) e inclinou o plano orbital para aproximadamente 23º. Logo a Terra foi se reconstituindo, enquanto que a massa ejetada foi se agregando para formar a Lua. Durante milênios a Lua foi se afastando da Terra  e isso  fez com que  a rotação terrestre diminuísse, deixando o dia em 24 horas. Nesse modelo, a Lua deveria estar em órbita sobre o equador terrestre, entretanto a órbita atual da Lua está inclinada 5º fora do equador, e isso significaria que a quantidade de energia prevista nesse modelo de grande impacto deveria ter sido maior e possivelmente responsável pela mudança da órbita lunar.



Em 2012, um dos autores desse novo modelo  (Sarah Stewart) propôs que parte do momento angular do sistema Terra-Lua poderia ter sido transferido do sistema Terra -Sol, o que implica em mais colisão energética no início do processo. Nesse modelo de 2016, uma colisão de alta energia deixou uma massa de material vaporizado e derretido, a partir do qual formou a Terra e a Lua. A Terra foi se formando girando a partir de um dia de duas horas, com o eixo apontado para o Sol. A colisão deveria ter sido mais energética do que a atual hipótese, o material da Terra e do corpo impactante teriam se misturado entre si, e ambos ( Terra e Lua) foram condensados a a partir do  mesmo material, e por consequência tendo uma composição semelhante.


Devido às forças de maré, o momento angular foi dissipado . Assim, a Lua foi se afastando da Terra até chegar a um ponto chamado de "Plano de Transição de Laplace" onde as forças da Terra na Lua se tornaram menos importante do que as forças gravitacionais do Sol. Isso causou a transferência do momento angular do sistema Terra-Lua para o sistema Terra-Sol. Entretanto, não fez grande diferença na órbita da Terra em torno do Sol, mas possibilitou que a Terra "virasse verticalmente". Nesse ponto que os modelos construídos apresentam a Lua na órbita da Terra em um ângulo elevado, inclinada no equador.

Ao longo de milhões de anos a Lua continuou a se mover lentamente, afastando-se da Terra, até que chegou a um segundo ponto de transição, "Transição Cassini",  no qual o ângulo de inclinação  entre a órbita da Lua e do equador da Terra caiu para cerca de 5º, colocando a lua na órbita atual.  



Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná.

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