Concurso professor Adjunto A na UFBA - Geofísica/Geologia

 

O Departamento de Geofísica da Universidade Federal da Bahia informa o concurso público destinado a contratar professor Adjunto A de Perfilagem Geofísica de Poços, e que tenha graduação em Geofísica, ou Geologia ou áreas afins, com Doutorado em Geofísica com o tema relacionado à Perfilagem Geofísica de Poços. Haverá prova escrita, didática, títulos e defesa de memorial. A inscrição  poderá ser feita até o dia 29/08/2016.

Há vaga também de Professor Adjunto A de Processamento de Dados Sísmicos, e que tenha graduação seja em Geofísica, Geologia, Engenharias, Física, ou Matemática, mas que tenha doutorado em Geofísica. Também haverá prova escrita, didática, títulos e defesa de memorial. O período de inscrição até o dia 29/08/2016.

As inscrições devem ser realizadas no site www.concursos.ufba.br, e maiores informações podem ser vista no edital:



Fonte: PCI Concursos acesso 08/07/2016





Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná. 

Concurso professor substituto UFPel - Geofísica/Geologia

 

A Universidade Federal de Pelotas abriu concurso para diversas áreas. Há uma vaga para Professor Substituto de Geofísica, requisito básico de graduação em Geofísica ou Geologia com qualquer nível de pós-graduação em Geologia ou Geofísica. O candidato selecionado será contratado por tempo determinado, por um período de até 01 (um) ano, admitida a prorrogação, desde que o prazo total não exceda a 02 (dois) anos. 

As inscrições estão abertas até o dia 06 de julho de 2016 com taxa no valor de R$ 50,00.

Maiores detalhes podem ser vistos em:


Acesso: 02/06/2016



Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná. 



Bolsa de Doutorado Pleno no Exterior - Geologia/Geofísica

 
O portal da Capes deixa disponível de 06 de julho de 2016 a 30 de agosto de 2016 as inscrições para o Doutorado Pleno no Exterior. Nesse processo estão ofertadas cerca de 200 vagas. O resultado final será divulgado a partir de 18 de abril de 2017, e início dos estudos entre os meses de julho e novembro de 2017.

Inicialmente a duração da bolsa é de 12 meses, podendo ser renovada sob condição de desempenho acadêmico satisfatório com vigência até o mês da defesa da tese, não ultrapassando 48 meses. Caso o doutorado não seja concluído dentro do período de concessão, poderá ser requerida a extensão da permanência no exterior sem bolsa por, no máximo, 12 (doze) meses.

Dentre os requisitos, o candidato deve ter diploma de nível superior, não estar recebendo nem ter recebido bolsa de estudos do governo brasileiro para realização do doutorado no exterior; ser brasileiro (a) ou estrangeiro (a) com visto permanente no Brasil;  não possuir título de doutor. Outros detalhes poderão ser consultados no edital que segue no link abaixo.

Mais informações acesse: http://www.capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-exterior/doutorado

Edital: http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/01072016-Edital-n18-Doutorado-Pleno.pdf

Acesso em: 01/07/2016




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná. 



ESTÁGIO IPT: GEOLOGIA e GEOFÍSICA

 

Cursos: Oceanografia, Geologia, Geofísica

Você que é aluno do 3º/4º/5º ano dos cursos de Geologia/Geofísica/Oceanografia com disponibilidade para estágio no CT-GEO e quer estagiar no Instituto de Pesquisas Tecnológicas, fique atento a essas datas de inscrição, 23/06/2016 a 25/07/2016.

A vaga é para estagiar na Seção de Investigações, Riscos e Desastres Naturais para atividades de: Desenvolvimento de habilidades no manuseio de dados de Sonar de Varredura Lateral, Perfilagem Sísmica Contínua e Batimetria por meio dos softwares SonarWix 5, MDPS (Meridata), OpendTect, desenvolvimento de habilidades em softwares de SIG (Sistemas de Informações Geográficas) por meio dos softwares Surfer e Global Mapper para a elaboração de mapas com diversas finalidades (cálculo de volume de reservatórios, profundidade de estratos sedimentares), leitura de artigos técnicos e manuais de softwares, participação de atividades de campo de aquisição de dados geofísicos, participação na elaboração de relatórios técnicos.

Mais informações acesse: http://www.ipt.br/trabalhe/programa_de_estagio/vagas/328-328___Estagio_na_area_de_geofisica_em_ambientes_submersos_rasos.htm



Fonte: IPT


Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do
 Pampa, mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná. 


Curso SBGf - Método Magnetotelúrico: Teoria, Processamento e Interpretação

 
Acontece entre os dias 8 e 11 de junho o primeiro curso da Educação Continuada da SBGf ministrado pelo prof. Emanuele Francesco La Terra em parceria com o Observatório Nacional (ON). O método Magnetotelúrico será objeto de estudo com uma abordagem teórica e aplicada ao processamento e interpretação de dados não-sísmicos. Os participantes deverão ser graduados em geofísica, geologia ou física, preferencialmente atuando em geofísica, ou graduados em outras áreas afins que estejam matriculados em cursos de mestrado ou de doutorado em Geofísica. O curso será realizado nas instalações da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro.

Mais informações: SBGf EduC





Fonte: SBGf



Oziel Araújo
Oziel Araújo, graduando em Geofísica pela Universidade Federal do
 Pampa - Caçapava do Sul, Brasil.

Embrapa seleciona bolsistas para atuar em projeto sobre a Amazônia

 
A Embrapa Monitoramento por Satélite, localizada em Campinas (SP), está selecionando bolsistas para atuar em projeto de pesquisa sobre mudanças de uso da terra e processos de degradação florestal na Amazônia. A bolsa está sendo concedida pelo CNPq no âmbito do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA). São exigidos seis anos de experiência em atividades de pesquisa, desenvolvimento ou inovação, além de uma dedicação integral. As inscrições podem ser realizadas até o dia 11 de maio pelo e-mail cnpm.supsgp@embrapa.br.

As atividades serão desenvolvidas na Embrapa Monitoramento por Satélite e são relacionadas ao processamento e interpretação de imagens de satélite, de dados provenientes do sistema LiDAR aerotransportado e de inventários florestais. O(a) bolsista também irá trabalhar com estimativa da biomassa florestal a partir do desenvolvimento de modelos matemáticos e estatísticos.

A fase de seleção avaliará a participação em publicações técnico-científicas, a experiência do(a) candidato(a) nas atividades a serem desempenhadas, o conhecimento da língua inglesa e o trabalho em grupo.

A bolsa terá a duração de 12 meses e pode ser renovada até 36 meses. Mais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no endereço www.embrapa.br/monitoramento-por-satelite/estagios-e-bolsas, na seção “Processos de seleção em andamento”.

Projeto

A bolsa é para atuação no projeto “Mudanças de uso da terra e suas interações com processos de degradação florestal na Amazônia”, do programa LBA. O projeto vai avaliar os processos de degradação florestal na Amazônia e sua relação com a exploração madeireira, deflorestamento, a fragmentação das paisagens e a ocorrência de incêndios florestais de sub-bosque.

O LBA visa estudar as interações entre a Floresta Amazônica e as condições atmosféricas e climáticas. Os estudos que integram o programa LBA têm contribuído para o entendimento das taxas de desmatamento e regeneração florestal, da articulação de estratégias agropecuárias, e do papel da infraestrutura, do mercado e dos atores locais nestes processos. A Embrapa Monitoramento por Satélite é uma das instituições que integram o programa.


FONTE: MundoGeo
Acesso 19/04/2015




Oziel Araújo
Oziel Araújo, graduando em Geofísica pela Universidade Federal do
 Pampa - Caçapava do Sul, Brasil.

Unicamp oferece curso on-line gratuito de programação em processamento de imagens

 
Estão abertas, até 27 de fevereiro, as inscrições para o curso de difusão tecnológica “Laboratório de introdução ao processamento de imagens e reconhecimento de padrões utilizando a linguagem Python e biblioteca Numpy”, uma iniciativa da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com o apoio da Escola de Extensão da Unicamp (Extecamp).  

O curso está em sua quarta edição, é on-line, gratuito e está aberto a todos os interessados. 

Os objetivos do evento são aprimorar as habilidades de programação dos alunos usando o modelo de programação matricial, evitando o uso de comandos explícitos de laço, e apresentar conceitos práticos de processamento de imagens e reconhecimentos de padrões. 

O curso também visa difundir o uso do pacote numérico Numpy e propiciar um ambiente moderno de aprendizagem teórico-prática de programação matricial utilizando a plataforma colaborativa Adessowiki. 

“O curso é oferecido em cinco módulos. Dados e ambiente de programação permanecem na nuvem, bastando ao aluno utilizar um navegador e uma conexão de internet de boa qualidade. Além disso, a possibilidade de análise e leitura de programas feitos pelos colegas permite maior interação e aprendizado coletivo”, disse o professor responsável, Roberto Lotufo. 

O curso será ministrado entre 1º de março e 11 de abril. Inscrições e mais informações podem ser encontradas em 


http://adessowiki.fee.unicamp.br/adesso-1/.


Fonte: Agência FAPESP

Oziel Araújo
Oziel Araújo, graduando em Geofísica pela Universidade Federal do
 Pampa - Caçapava do Sul, Brasil.

Calendário de Cursos Públicos Geosoft 2015

 

Cada um tem seu estilo único de aprendizado, cronograma e orçamento. É por isso que a Geosoft desenvolveu uma variedade de treinamentos, que podem ser presenciais ou online. Também desenvolveu, juntamente com sua equipe, treinamentos personalizados que atendam às necessidades individuais.

Para 2015 foi lançado o Calendário de Cursos Públicos Geosoft. 


As vagas são limitadas, e para maiores informações entrar em contato: info.sa@geosoft.com




Estudantes possuem desconto no valor da inscrição. 

Fonte: Geosoft Brasil



Oziel Araújo
Oziel Araújo, graduando em Geofísica pela Universidade Federal do
 Pampa - Caçapava do Sul, Brasil.

O segundo núcleo da Terra

 


Não um, mas dois núcleos. Um interno ao outro: o núcleo da Terra revela um segredo surpreendente e as ondas sísmicas provocadas dos terremotos se tornam um instrumento de pesquisa do grupo Sino-Americano, publicado na Nature Geoscience. 

Utilizar as ondas sísmicas produzidas no trajeto de um terremoto para estudar a parte interna do  núcleo terrestre. Essa é a ideia que guia a pesquisa de Tao Wang, Xiadong Song e Han  Xia, três pesquisadores das Universidades de Nanchino (Institute of Geophysics and Geodynamics, State Key Laboratory for Mineral Deposits Research, School of Earth Sciences and Engineering) e autores  de Illinois.

A estrutura e o comportamento do núcleo interno do planeta que habitamos pode ser bem mais complexa  do que havíamos imaginado. Dois núcleos, um interno ao outro, com características que se confirmadas poderão abrir novos cenários nas informações e o desenvolvimento do nosso planeta.

Havendo dimensões inferiores àquelas da Lua, por exemplo, o núcleo interno-interno da Terra apresenta características completamente diferentes daquele núcleo sólido  de ferro que imaginávamos. Os cristais de ferro se separariam ao estrato externo do núcleo e seriam alinhados direcionalmente segundo as direções Norte-Sul. Diferente do núcleo interno: alinhado perpendicularmente nas direções Leste-Oeste e provavelmente composto de um cristal diferente do ferro.

Nos encontramos exatamente no centro da Terra, muito mais além do que Jules Verne pudesse imaginar. Para chegar a esta profundidade os pesquisadores chineses se serviram das ondas sísmicas geradas dos terremotos. Como em âmbito da medicina, os médicos se servem do ultrassom para ver ao interno do corpo do paciente, no âmbito da geociência, os geofísicos têm conseguido executar uma varredura do planeta utilizando os dados recolhidos a partir de terremotos

Leia mais em  Estadão.



Oziel Araújo
Oziel Araújo, graduando em Geofísica pela Universidade Federal do
 Pampa - Caçapava do Sul, Brasil.


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