Estudando Geofísica

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Geofísica


Bolsas de estudo: Chevening

 
Já estão abertas as inscrições do Chevening no Brasil. Trata-se de um programa de bolsas de estudo do governo do Reino Unido, e oferece a oportunidade de estudar no Reino Unido. Essas bolsas são concedidas a profissionais de destaque, e permite realizar mestrado de um ano em qualquer assunto, e em qualquer universidade parceira do programa. Aqueles que têm  vontade de estudar fora do Brasil, talvez essa seja a oportunidade, e tão importante: não há restrição de idade.

Há alguns critérios de seleção, dentre os quais, o diploma de graduação torna-se imprescindível.

Uma dica importante é: atenção ao edital. Embora você possa não atender alguns dos critérios de seleção no momento da aplicação, há grande chance que em uma data futura você atenda aos critérios. Geralmente esses processos de candidatura demoram um pouco até o resultado final e início das atividades, isso permite a você começar a se preparar desde já, e enviar depois alguns documentos que vierem a faltar agora.


Para este ano de 2017, as inscrições vão até o dia 7 DE NOVEMBRO.

Mais informações: Chevening in Brazil




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Opportunities: Geophysicist - Sinopec Argentina Exploration and Production

 
The Sinopec group is looking for a Geophysicist to be added to our Asset Development team. It is required:

  • Experience as development geophysicist in Golfo San Jorge Basin (fluvial environment and mature producing fields). Seismic interpreter (3D and 2D), Inversion, migration prestack in time and depth.
  • Structural and stratigraphic interpretation
  • Analyze, interpret and integrate geophysical data to establish and update geologic frameworks and models.
  • Strong teamwork skills Undertake geophysical studies of the reservoirs to evaluate proposed well locations and optimize field development plans
  • Attribute analysis to model rock properties, sedimentary facies and depositional architecture.
  • Seismic well tie, synthetics seismogram/VSP

Working schedule: Monday to Friday from 8.00 to 17.00 h.

More information: Linkedin




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Opportunities: Principal Reservoir Geophysicist - Rio de Janeiro

 
Statoil is an international energy company with operations in more than 30 countries. Building on 40 years of experience from oil and gas production on the Norwegian continental shelf, we are committed to accommodating the world's energy needs in a responsible manner, applying technology and creating innovative business solutions. We are headquartered in Norway with approx. 21,000 employees worldwide, and are listed on the New York and Oslo stock exchanges.

Job Description

Provide hands-on reservoir geophysics input to multi-disciplinary projects, including field development planning and concept evaluations.

Support appraisal well planning activities.

Perform seismic facies mapping and facilitate the interface between structural and sedimentological evaluations.

Able to perform quantitative analyses and uncertainty evaluations.

Support the planning and acquisition of new seismic survey.

Contribute to digitalization project.


Qualifications

More than 7 years with reservoir geophysics from field development.

Bachelor (BSc) or Master (MSc) degree.

Experience from operated production assets and/or exploration project a plus.

Experience in pre-salt interpretation a plus.

Candidates with shorter experience might be considered for the position given the qualifications.

Fluency in written and spoken technical English.

Proficient in Petrel and OpenWorks.


  •  210178
  •  Brazil
  •  Rio De Janeiro
  •  Statoil Brasil Oleo e Gas
  •  Luiza Dieguez de Moraes
  •  Onshore
  •  Petroleum Technology
  •  Not Indicated
  •  Not Indicated
  •  Aug 24 2017

More information:  STATOIL



















Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Curso de Geofísica Aplicada à Investigação de Ambientes Submersos Rasos

 
Acontece de 16 a 20 de outubro de 2017 o curso de Geofísica Aplicada à Investigação de Ambientes Submersos Rasos, tendo foco em projetos de obras civis e arqueologia subaquática, abordando os fundamentos dos principais métodos acústicos nesses tipos de projetos, além de exemplos de aplicações.               


Em uma carga horária de 30 horas, os participantes  terão a oportunidade de manusear dados de campo, processá-los e interpretá-los utilizando-se dos principais softwares comerciais disponíveis no mercado.

O curso será ministrado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT, nas dependências da Coordenadoria de Ensino Tecnológico do IPT. O IPT é um dos maiores institutos de pesquisas do Brasil e está vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

Mais informações podem ser vistas no site: IPT




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

V Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo

 
Acontece nos dias 30 e 31 de outubro de 2017 o V Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo, um evento técnico-científico de alta qualidade que indica tendências futuras nas áreas técnicas, legais e acadêmicas ligadas ao meio ambiente subterrâneo. Ainda há tempo de submissão de trabalhos até o dia 10/08/2017.

Durante os dois dias de evento, congregar-se-ão representantes de universidades, legisladores, reguladores, consultores e prestadores de serviço para uma rica troca de informações e experiências, reunindo os maiores experts do setor em palestras e mesas redondas voltadas às apresentações e troca de conhecimento.

Paralelamente será realizada a FENÁGUA – Feira Nacional de Águas, onde os visitantes terão a oportunidade de conhecer as novidades em produtos e serviços do setor de águas e meio ambiente subterrâneo.


Mais informações podem ser vistas no site do evento: V CIMAS






Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia pela Universidade Federal do Paraná.

Nova hipótese sobre sequências de eventos que originaram a Lua

 
No dia 31/10/2016 foi publicado um trabalho na revista Nature  acerca de uma nova explicação de como a lua chegou onde está.  A revista Nature sempre gosta de fazer (ou tenta)  esses tipos de publicações "impactantes", embora eu tenha preferência por artigos de outras revistas menos alarmantes. 
A grande questão é que nesse artigo " Tidal evolution of the Moon from a high-obliquity, high-angular-momentum Earth" ( http://sci-hub.bz/10.1038/nature19846)  é apresentado um modelo de evolução começando com a lua em uma órbita equatorial de rápida rotação e grande obliquidade terrestre. De certa forma isso traz certas indagações naquele modelo atual conhecido como o " Impacto Gigante".

No modelo Impacto Gigante, basicamente  um corpo do tamanho de Marte impactou a Terra primitiva há cerca de 4,5 bilhões de anos, esse impacto ejetou para o espaço uma grande quantidade de massa tanto da Terra, quanto do corpo impactante, o impacto fez com que aumentasse a rotação da Terra (um dia de 5 horas) e inclinou o plano orbital para aproximadamente 23º. Logo a Terra foi se reconstituindo, enquanto que a massa ejetada foi se agregando para formar a Lua. Durante milênios a Lua foi se afastando da Terra  e isso  fez com que  a rotação terrestre diminuísse, deixando o dia em 24 horas. Nesse modelo, a Lua deveria estar em órbita sobre o equador terrestre, entretanto a órbita atual da Lua está inclinada 5º fora do equador, e isso significaria que a quantidade de energia prevista nesse modelo de grande impacto deveria ter sido maior e possivelmente responsável pela mudança da órbita lunar.



Em 2012, um dos autores desse novo modelo  (Sarah Stewart) propôs que parte do momento angular do sistema Terra-Lua poderia ter sido transferido do sistema Terra -Sol, o que implica em mais colisão energética no início do processo. Nesse modelo de 2016, uma colisão de alta energia deixou uma massa de material vaporizado e derretido, a partir do qual formou a Terra e a Lua. A Terra foi se formando girando a partir de um dia de duas horas, com o eixo apontado para o Sol. A colisão deveria ter sido mais energética do que a atual hipótese, o material da Terra e do corpo impactante teriam se misturado entre si, e ambos ( Terra e Lua) foram condensados a a partir do  mesmo material, e por consequência tendo uma composição semelhante.


Devido às forças de maré, o momento angular foi dissipado . Assim, a Lua foi se afastando da Terra até chegar a um ponto chamado de "Plano de Transição de Laplace" onde as forças da Terra na Lua se tornaram menos importante do que as forças gravitacionais do Sol. Isso causou a transferência do momento angular do sistema Terra-Lua para o sistema Terra-Sol. Entretanto, não fez grande diferença na órbita da Terra em torno do Sol, mas possibilitou que a Terra "virasse verticalmente". Nesse ponto que os modelos construídos apresentam a Lua na órbita da Terra em um ângulo elevado, inclinada no equador.

Ao longo de milhões de anos a Lua continuou a se mover lentamente, afastando-se da Terra, até que chegou a um segundo ponto de transição, "Transição Cassini",  no qual o ângulo de inclinação  entre a órbita da Lua e do equador da Terra caiu para cerca de 5º, colocando a lua na órbita atual.  



Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná.

VII Semana de Geofísica da UFBA

 
Faltando menos de um mês para o evento, os  minicursos da VII Semana de Geofísica da UFBA já estão com quase todas as vagas preenchidas. Se você ainda não fez sua inscrição, vale a pena lembrar: é até dia 07 de novembro! Depois dessa data as inscrições só poderão ser feitas presencialmente, nos dias 21 e 22 de novembro durante o evento.

Esse ano o evento, programado para 21 a 25 de novembro de 2016, está sendo organizado pelo Capítulo Estudantil de Geofísica da UFBA associado à EAGE e conta com muitas novidades como, por exemplo, o Student Webinar "Integrated geophysical models - theory, examples and implications on creativity" a ser proferido pelo Paolo Dell'Aversana diretamente da Europa. Além disso, o GeoQuiz, sucesso na edição anterior, volta com uma nova plataforma para sua execução e prêmios para os TRÊS primeiros colocados. E não para por aí, conhecida por integrar diferentes áreas de Geociências, com ênfase em Geofísica, em suas palestras, o evento possui nove minicursos, ministrados por renomados instrutores em suas áreas:

  • MC1: Introdução ao ARCGIS - Patrícia Santana (IFBA)
  • MC2: Python: Noções básicas - Alã Damasceno (UFBA)
  • MC3: Processamento de dados magnéticos utilizando Oasis montaj - Diego Barbosa (Geosoft)
  • MC4: Geofísica aplicada à engenharia civil e geotecnia - Otávio Gandolfo (IPT)
  • MC5: Quando usar PSTM, quando usar PSDM - Fabien Marpeau (CGG)
  • MC6: Processamento de dados geofísicos usando o software livre GMT - Eder Molina (USP)
  • MC7: Uso de imagens orbitais no monitoramento de ambientes - Pablo Santos (UFBA)
  • MC8: Geofísica aplicada a estudos geoambientais - Rogério Porciúncula (NEHMA/UFBA)
  • MC9: Teoria e prática de amarração sísmica-poço utilizando o software OpendTect - Edric Troccoli (GETA/UFBA)


Para conferir mais novidades sobre a VII Semana de Geofísica da UFBA acesse o site do evento: www.semanadegeofisicaufba.com.br e curta a página no Facebook: Semana de Geofísica - UFBA




Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná.

Oportunidades na ECOPETROL - Geofísica / Geologia

 

A Ecopetrol S.A. está contratando profissionais Geofísicos para Departamento de Operações Geofísicas em Bogotá, Colombia. Os interessados no cargo devem submeter a candidatura até o dia 30 de setembro de 2016.

É essencial formação acadêmica em alguma das áreas: Geofísica, Geologia, Física, Engenharia Geológica ou Engenharia de Petróleo. Espera-se ainda que tenha mestrado ou doutorado em Geofísica.

Os cargos são voltados a trabalhos de interpretação sísmica quantitativa e caracterização de reservatórios. 


Mais informações podem ser vistas aqui:




Acesso: 20/09/2016


Oziel Araújo
Oziel Araújo, geofísico pela Universidade Federal do Pampa, 
mestrando em Geologia Ambiental pela Universidade Federal do Paraná. 

Visite também

Métodos e Aplicações


Métodos Potenciais
Gravimetria - Magnetometria

As variações das medidas gravimétricas no campo gravitacional terrestre são causados por diferenças na densidade das rochas. Logo, sua variação é de ponto a ponto. A gravimetria foi extensivamente usada em pesquisas de hidrocarbonetos no século XX, embora ainda seja amplamente usada na exploração de hidrocarbonetos, atualmente outras aplicações têm ganhado destaque. O desenvolvimento da intrumentação aéreo-gravimétrica possibilitou a mudança mais dramática na exploração gravimétrica.

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Métodos Sísmicos
Reflexão - Refração - Sismologia

Os métodos sísmicos foram desenvolvidos diante dos pioneiros estudos acerca das placas tectônicas em meados da metade do século XIX. Mas foi apartir da 1ª Guerra Mundial que o desenvolvimento no método de refração sísmica se tornou significativo, onde foram realizadas pesquisas para desenvolver métodos que ajudassem a encontrar locais que pudessem esconder armamentos. Por outro lado, os avanços computacionais em 1980 possibilitou o desenvolvimento da sísmica de reflexão.

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Métodos Geoelétricos
Elétricos - Eletromagnéticos

Métodos de resistividade elétrica foram desenvolvidos ainda no século XIX, mas começaram a ser amplamente utilizados apartir dos anos de 1970 consoante aos avanços computacionais no processamento e análise de dados. As técnicas de resistividade têm sido utilizadas em pesquisas de água subterrânea, monitoramento de plumas de contaminação, nas investigações localização de cavidades, fraturas e até mesmo na arqueologia.

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Perfilagem Geofísica
Veredicto prognóstico

A demanda por petróleo no século XVIII exigiu técnicas correlatas para maior economia e redução do custo exploratório. Embora naquela época tornava-se cada vez mais fácil perfurar poço, tornava-se difícil avaliar quais seriam as camadas potencialmente produtoras de hidrocarbonetos. Os testes de formação para avaliação da capacidade produtiva eram realizadas sem fundamentação científica, apenas com a "achologia."

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Contato


Oziel Araújo
Centro Politécnico
Jardim das Américas, Curitiba - PR, Brasil

+55 41 9 9941 2118
ozsa@msn.com

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